Inqualificável

É, para já, a única pala­vra que me ocorre sobre o que se está pas­sar aqui em Timor-Leste.

2 Maio 2005

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« 5 comentários

  • Hugo02.05.05 | 21:10

    Eu diria mais, ver­go­nhoso e uma bela lição para a diplo­ma­cia portuguesa!

  • ac02.05.05 | 22:05

    Nem sem­pre as coi­sas são o que nós espe­ra­mos de uma Nação em iní­cio de car­reira. Os Timo­ren­ses sabe­rão cui­dar de si. As cri­ses de cres­ci­mento são assim. Ini­ma­gi­ná­vel e ines­pe­rado, mas pos­sí­vel. Um grande abraço.

  • guictx04.05.05 | 10:09

    Bem sei. Em Por­tu­gal foi assim depois do 25 de Abril. O que é inqua­li­fi­cá­vel é que, por exem­plo, um dos padres à frente da con­tes­ta­ção foi para Por­tu­gal em 1974 e vol­tou em 2002. Alguém de quem se espe­ra­ria mais do que dizer à comu­ni­ca­ção social que “Todas as pes­soas de quem des­con­fi­a­mos, e cuja ati­tude é dife­rente, são leva­das para o cen­tro de inves­ti­ga­ção para escla­re­cer as suas ati­tu­des, para que não possa acon­te­cer o mesmo outra vez.”

  • guictx04.05.05 | 10:47

    Inqua­li­fi­cá­vel tam­bém, por­que não foi uma mul­ti­dão em fúria que se pro­cu­rou subs­ti­tuir aos pode­res demo­crá­ti­cos que asse­gu­ram a segu­rança e a jus­tiça do estado, mas uma inti­tui­ção reli­gi­osa que para mais o faz na resi­dên­cia de um dos seus líde­res mais importantes.

  • guictx04.05.05 | 10:48

    Inqua­li­fi­cá­vel ainda, por­que perante tudo isto a repre­sen­ta­ção diplo­má­tica por­tu­guesa mais não fez do que lamen­tar o inci­dente e dizer “Pois… esta­vam bêbedos.”

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