Winds of change

Juraram-me há bocado que da mani­fes­ta­ção se ouvia um jovem timo­rense a inter­pre­tar o clás­sico dos Scorpions.

5 Maio 2005

Vagamente relacionados
Nocturno
Demonstrasaun
Verbalização
Manifestação
Comunista

« 7 comentários

  • Joao Gomes06.05.05 | 01:47

    E’ o PODER da FE’!!!!

  • António06.05.05 | 08:17

    Os por­tu­gue­ses a defen­der o Islão de Alkatiri?…

    Timor só sobre­vive com a Igreja Cató­lica, nunca con­tra ela. De outro forma é sub­merso no Islão regi­o­nal (Indonésia…).

    Que irres­pon­sa­bi­li­dade é esta dos por­tu­gue­ses ali­nha­rem, novamente! — quais tenenete-coronel Arnão Metelo e majo­res Mota e Jónatas! — na frente islâ­mica e laica anti-católica?!… Brin­ca­mos de novo?… Não che­ga­ram as cen­te­nas de milhar de mor­tos de 1975? Vol­ta­mos à uto­pia do radi­ca­lismo mar­xista da Fre­ti­lin, 29 anos depois?…

    Farão os coo­pe­ran­tes por­tu­gue­ses as vezes dos mili­ta­res irres­pon­sá­veis de 1975?… Cui­dado. O remorso do san­gue é muito com­pli­cado de supor­tar: pro­voca insónias.

  • guictx06.05.05 | 10:06

    Antó­nio, tal­vez não fosse má ideia publi­car os seus tex­tos no seu blo­gue em vez de andar a repeti-los na caixa de comen­tá­rios dos outros de forma descontextualizada.

  • António07.05.05 | 16:46

    Como não tive o cui­dado de fazer copy e past para o meu blo­gue antes de cli­car no upload dos comen­tá­rios (“sub­me­ter”) perdi a argu­men­ta­ção que aqui apre­sen­tei sobre este assunto…

    Apre­sen­tei quase o mesmo comen­tá­rio aqui e no Diá­rio de um Tri­peiro por­que o assunto era o mesmo.

    Os por­tu­gue­ses em Timor são coo­pe­ran­tes. Não são timo­ren­ses. Não devem tomar par­tido. E se tomam, deve ser o par­tido da mode­ra­ção e da com­pre­en­são, nunca a ree­di­ção da aven­tura Arnão Metelo-Mota-Jónatas que pro­vo­cou a guerra em 1975 e as duas cen­te­nas de milhar de mortos.

    Por­que no final, se hou­ver con­flito, os por­tu­gue­ses par­tem para a ilha e depois fogem para Por­tu­gal — tal como Alka­tiri fugiu para Moçambique… — enquanto os timo­ren­ses sofrem a levi­an­dade revo­lu­ci­o­ná­ria de por­tu­gue­ses impru­den­tes. Em 1975, o mar­xismo; trinta anos depois, o ateísmo relativista.

  • guictx09.05.05 | 09:14

    Ques­tões impor­tan­tes:
    1. O ser humano tem muita difi­cul­dade em se abs­ter perante o mundo que observa e de se ini­bir em com­pa­rar a rea­li­dade vivida com a infor­ma­ção acu­mu­lada pela memó­ria.
    2. Um coo­pe­rante, na qua­li­dade de ser humano, tem que ava­liar e jul­gar per­ma­nen­te­mente o mundo que se lhe apre­senta, sob risco de não enten­der nunca a rea­li­dade, diversa da sua, em que esco­lheu actuar.

    Ques­tões menos impor­tante:
    1. Este post apre­senta um aspecto antro­po­ló­gico e de índole cul­tu­ral da mani­fes­ta­ção que aqui acon­te­ceu, o do Hugo é uma cita­ção directa da Lusa. De todo falam da mesma coisa.
    2. Quando diz “tal como Alka­tiri fugiu para Moçam­bi­que” está a incor­rer exac­ta­mente na mesma ten­ta­ção, como diz, relativista.

  • António09.05.05 | 10:16

    O melin­dre da ques­tão jus­ti­fica que se guar­dem para si os juí­zos de valor, em vez de com­pli­car a deli­ca­deza da auto­no­mia real de Timor.

  • sandro12.06.05 | 02:14

    Qual a expli­ca­ção para a vida, o que nos fazemos.

» Deixe um comentário