Castigo

Pro­cu­rar resol­ver o pro­blema é mais impor­tante do que inven­tar cul­pa­dos.
Pro­cu­rar resol­ver o pro­blema é mais impor­tante do que inven­tar cul­pa­dos.
Pro­cu­rar resol­ver o pro­blema é mais impor­tante do que inven­tar cul­pa­dos.
Pro­cu­rar resol­ver o pro­blema é mais impor­tante do que inven­tar cul­pa­dos.
Pro­cu­rar resol­ver o pro­blema é mais impor­tante do que inven­tar cul­pa­dos.
Pro­cu­rar resol­ver o pro­blema é mais impor­tante do que inven­tar cul­pa­dos.
Pro­cu­rar resol­ver o pro­blema é mais impor­tante do que inven­tar cul­pa­dos.
Pro­cu­rar resol­ver o pro­blema é mais impor­tante do que inven­tar cul­pa­dos.
Pro­cu­rar resol­ver o pro­blema é mais impor­tante do que inven­tar cul­pa­dos.
Pro­cu­rar resol­ver o pro­blema é mais impor­tante do que inven­tar culpados.

Pronto.
Já per­cebi.
Posso vol­tar para o meu lugar?

3 Junho 2005

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« 3 comentários

  • iuri03.06.05 | 13:01

    copy-paste ou um sin­cero exer­cí­cio de peni­tên­cia? (os apos­to­los são muito dados a essas coi­sas da penitência…)

  • guictx03.06.05 | 20:28

    Não é como peni­tên­cia. É para não me vol­tar a esquecer.

  • j.p.13.06.05 | 06:53

    Arran­jar um cul­pado é um acto reflexo quase de auto-preservação. Não raci­o­na­li­zar que é fruto de algo, e ten­tar resol­ver, é estu­pi­dez natu­ral.
    Ainda bem que há quem resolva não vol­tar a esquecer

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