Postal 2

“É uma estra­nha cidade esta. Dife­rente de todas as outras que conheço. Desenvolve-se em direc­ção às mon­ta­nhas cir­cun­dan­tes num imenso bairro de lata que parece cres­cer todos os dias. Não há cinema, nem tea­tro, nem livra­rias. Os car­ros cir­cu­lam a 30 km/h e o número de fai­xas das ave­ni­das é variá­vel em ambos os sen­ti­dos. Há cabras, por­cos e búfa­los um pouco por todo o lado. O tabaco compra-se na rua numas car­re­tas movi­das a pedais e as cer­ve­jas bebem-se em espla­na­das ao pôr-do-sol. Acho que Díli é feia e bonita ao mesmo tempo.”

Envi­ado a M. em Agosto de 2003

16 Junho 2006

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« 4 comentários

  • joana17.06.06 | 00:14

    E deixa sau­dade e tris­teza a quem já lá esteve e vê, lê e ima­gina o rasto de des­trui­ção com que tem vivido nos últi­mos tempos.

  • alexandra20.06.06 | 00:40

    “é uma cidade estra­nha essa. Dife­rente de todas as outras.” Period! Bolas! Tenho sau­da­des dela!

  • misha21.06.06 | 17:24

    alguem pre­cisa de jerry cans?

  • guictx21.06.06 | 20:30

    Se con­se­gui­res enchê-los de Peri­quita, traz-me dois se faz favor.

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