CSI

Na porta de entrada, um rasto de pingos de sangue que vem da rua e entra para dentro do prédio. Sigo-o atentando na consistência, tamanho e direcção dos pingos e se salpicam muito ou não. O rasto leva-me à porta do elevador. O percurso foi nitidamente feito da entrada do prédio para o elevador. Seguro o puxador do elevador com força, respiro fundo e abro a porta num repente: nenhum corpo. Tive pena.

10 Outubro 2006

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« 5 comentários

  • ordep12.10.06 | 00:41

    Andas a ver CSI’s a mais, andas!…

  • a b c15.10.06 | 17:29

    não poderá ter sido o percurso contrário? do elevador para a porta, num acto desesperado de escapar à morte num dos apartamentos do prédio? eu continuaria a investigação…

  • Andrea19.10.06 | 20:13

    quando é que deixas o teu rasto no meu blog?

  • alexandra27.10.06 | 09:02

    o corpo encontrava-se suspenso do tecto falso do elevador. o corpo ainda tinha vida e houve um pequeno movimento de dois dos dedos da mão esquerda para te tentar chamar a atenção. um terceiro dedo moveu-se erecto entre os outros dois em reacção à tua falta de sensibilidade auditiva. Quando saiste o assassino recuperou o corpo e escondeu-o no ultimo piso, na caixa do elevador. Se lá fores agora ainda o verás. Putrefacto, mas com os 3 dedos ainda na posição anteriormente descrita. Podias tê-lo salvo, mas estavas demasiado ocupado a coçar a barba em frente ao espelho do elevador. Agora olha, vive com a culpa, seu miserável…

  • alexandra27.10.06 | 09:05

    se faz favor muda-me lá o preterito imperfeito do “podias tê-lo…”, para o condicional “poderias tê-lo”… agradecida.