Flash

Há coisas que me enfa­dam quando visito um sítio na Internet:

1. Não con­se­guir saltar a bonita introdução ani­mada que recebe os visi­tan­tes;
2. Ter que ser eu a escre­ver mora­das, tele­fo­nes ou texto cor­rido porque o texto está trans­for­mado em imagem e não dá para copiar;
3. Ouvir música de fundo e ter que des­co­brir uma maneira de a des­li­gar;
4. O inter­face ser tão “rico” que se tem que apren­der a utilizar;

O pro­blema, João, é que a maior parte das vezes que isto me acon­tece é num sítio feito em Flash. A culpa não é da tec­no­lo­gia em si - a utilização do Flash foi o que per­mi­tiu ao You­Tube cres­cer como cres­ceu. Leva-​me é sempre a pensar que a mai­o­ria dos desig­ners que tra­ba­lham em Flash está muito pouco des­perta para as questões essen­ci­ais da sua área de tra­ba­lho e sobre a espe­ci­fi­ci­dade da fer­ra­menta tecnológica que escolheram.

16 Março 2007

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« 1 comentário

  • João Martins16.03.07 | 23:36

    Não duvido que per­ce­bas que me encon­tro no mesmo barco que tu, Gui­lherme.
    Mas irritar-me-ia comigo próprio se me con­ven­cesse que sou o modelo de “público” para tudo.

    Con­cor­da­mos: o pro­blema não está na tec­no­lo­gia, mas no uso que dela se faz. E os web desig­ners estão de facto ador­me­ci­dos (nem sequer pouco des­per­tos) para algu­mas das questões essen­ci­ais. Eles, como os outros desig­ners, como os arqui­tec­tos, os urba­nis­tas, os… perdoar-me-ás a generalização.

    Um abraço.

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