A justa linha política

“Existe, por­tanto, uma linha polí­tica actual no movi­mento comu­nista inter­na­ci­o­nal, que todos os marxistas-leninistas se devem esfor­çar por apli­car. Esta linha polí­tica repre­senta o resul­tado da acu­mu­la­ção de expe­ri­ên­cia dos par­ti­dos de van­guarda, como o Par­tido Comu­nista da China e o Par­tido do Tra­ba­lho da Albâ­nia, e tra­duz o resul­tado, em ter­mos de teo­ria e linha polí­tica, de gran­des movi­men­tos de mas­sas, como a Revo­lu­ção Cul­tu­ral Pro­le­tá­ria, a luta pela con­so­li­da­ção da dita­dura do pro­le­ta­ri­ado na China, a luta dos marxistas-leninistas e dos povos de todo o mundo con­tra o hege­mo­nismo das duas super­po­tên­cias e em par­ti­cu­lar do social-imperialismo. Por isso dize­mos que a jus­teza desta linha polí­tica é con­fir­mada dia a dia pela luta de milhões de homens.”¹


Pacheco Pereira
era muito mais diver­tido em 1975.

¹ PEREIRA, José Pacheco — Sem inde­pen­dên­cia naci­o­nal, um povo nada terá : tex­tos e arti­gos de maxista-leninistas sobre a luta pela inde­pen­dên­cia. Lis­boa: Rés, 1992. p.11 – 12

2 Abril 2007

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