A molha

Apa­nhei hoje a pri­meira molha dina­mar­quesa, enquanto ia do ate­lier para casa a pé. À parte o rela­tivo incon­ve­ni­ente de ficar enchar­cado, aprendi uma lição muito impor­tante. Se quero aspi­rar a cons­truir rela­ções soci­ais neste país, tenho que dei­xar de pare­cer um pacó­vio da Europa do Sul de cada vez que chove. Isto sig­ni­fica parar de andar encos­ta­di­nho aos edi­fí­cios (nem sequer há gran­des varan­das), não fran­zir as sobran­ce­lhas ou semi-cerrar as pál­pe­bras e, sobre­tudo, nunca andar de pes­coço enco­lhido e cabisbaixo.

27 Junho 2007

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