O modelo nórdico

Ao fim da tarde, no tra­ba­lho, compara-se a regu­la­men­ta­ção que rege o pla­ne­a­mento urbano em Por­tu­gal, na Ale­ma­nha e na Poló­nia e de que forma o cres­ci­mento das cida­des foi afec­tado por ela. Discute-se a par­ti­ci­pa­ção pública nos pro­ces­sos de desen­vol­vi­mento urbano, o res­peito pelo patri­mó­nio edi­fi­cado, o poder dos pro­mo­to­res imo­bi­liá­rios e das empre­sas de cons­tru­ção, o papel dos arqui­tec­tos.
Enquanto fala­mos o fun­ci­o­ná­rio da empresa de lim­pe­zas vai lim­pando mesas, var­rendo chão e esva­zi­ando cai­xo­tes de lixo. Reparo que está há um bom bocado a seguir a con­versa.
Quando se dá o exem­plo do cres­ci­mento desen­fre­ado em altura que ocorre em Var­só­via, ele não resiste e mete-se na con­versa. Quer saber o que acha­mos de Cope­nhaga e dos pro­jec­tos de desen­vol­vi­mento urbano que estão em curso e, sobre­tudo, de que forma nós, que vimos de outros sítios, olha­mos para esta cidade.
O modelo nór­dico no seu melhor.

25 Julho 2007

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« 5 comentários

  • Ugo26.07.07 | 16:00

    quanto é que ganha o fun­ci­o­ná­rio da empresa de lim­peza nessa terra?!!

  • daniela27.07.07 | 12:12

    … mas a emo­ção está é no modelo medi­ter­râ­nico… ah pois é!

  • guictx27.07.07 | 13:59

    Pro­va­vel­mente ganha mais do que tu. :D

  • guictx27.07.07 | 15:40

    A emo­ção e ali­men­ta­ção como deve ser!

  • alexandra30.07.07 | 15:27

    fiquei aqui agora a pen­sar, sentido-me cul­pada, no que teria para dizer a dona seve­rina sobre a matriz de pla­ni­fi­ca­ção da estru­tura de for­ma­ção em exer­cí­cio para pro­fes­so­res pri­má­rios de acordo com as novas direc­tri­zes do ME, que esti­ve­mos a dis­cu­tir enquanto ela lim­pava os ovos de toke cola­dos à fotocopiadora.

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