Desnudo

“Mira que esta des­nudo!!” E estava mesmo.

Dei­tado de bar­riga para o ar num banco de jar­dim da Car­rer de Marina, com as mãos atrás da cabeça a ser­vir de almo­fada, banhado pelo sol das duas da tarde, o nudista ines­pe­rado dor­mi­tava cal­ma­mente, imune às reac­ções de espanto dos que passavam.

12 Junho 2008

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