Ensaio geral

Éramos cerca de qua­renta à porta, pron­tos para assis­tir ao ensaio geral do espec­tá­culo. O coreó­grafo, ame­ri­cano, pouco ver­sado nas dinâ­mi­cas do espec­ta­dor ibé­rico, vem à porta e dirige-se ao grupo em inglês.

Que nunca tinha tido tanta gente para assis­tir a um ensaio geral, que nos lem­brás­se­mos que não tínha­mos pago bilhete, que o que íamos ver era um ensaio, não o objecto aca­bado, e que a qual­quer momento podiam ter que parar e reco­me­çar de novo ou debater-se com falhas técnicas.

Muito ame­ri­cano.

3 Julho 2008

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