Antimundo

Hoje, ao sair do tra­ba­lho à hora a que cos­tumo entrar todos os dias, ultra­pas­sando as pes­soas com quem me cos­tumo cru­zar, não reco­nhe­cendo as que cami­nham em sen­tido con­trá­rio, a ver que afi­nal tam­bém põem jor­nais deste lado do qui­os­que, sem saber se será melhor ir na pri­meira ou segunda car­ru­a­gem do metro, a ouvir as esta­ções pela ordem inversa, a achar que está calor no cami­nho para casa e a entrar no pré­dio em vez de sair; tive a sen­sa­ção que estava no meu antimundo.

12 Novembro 2008

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« 5 comentários

  • luism13.11.08 | 10:10

    Por vezes, tam­bém me acon­tece. De vez em quando, até sabem ver o mundo de todos os dias…do outro lado.

  • luism13.11.08 | 10:11

    (devido ao lapso volto a repetir)

    Por vezes, tam­bém me acon­tece. De vez em quando, até sabe bem ver o mundo de todos os dias…do outro lado.

    Um abraço.

  • Ugo13.11.08 | 13:06

    Então mas aí tam­bém se fazem directas?!!

  • d'Janja14.11.08 | 01:24

    Devias fazer mais des­sas.
    A vida roti­neira, essa sim, é a Antivida.

  • guictx14.11.08 | 15:23

    Ugo: Pois afi­nal tam­bém se fazem. Tal­vez seja a excep­ção que con­firma a regra.
    D’Janja: Que­brar era a rotina era vires cá visitar-nos.

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