Movimento pela igualdade

Sem­pre que alguém me diz que se vai casar, é cos­tume levar com um “Porquê?” antes do “Feli­ci­da­des!”. Como nunca sim­pa­ti­zei muito com a ins­ti­tui­ção casa­mento, sou muito curi­oso em rela­ção às moti­va­ções que levam as pes­soas a casar, sendo que hoje em dia me parece per­fei­ta­mente pos­sí­vel ter uma vida com­pleta a dois sem ade­rir à instituição.

Agora, inde­pen­den­te­mente da minha anti­pa­tia para com o casa­mento, é bom que a soci­e­dade ajude as pes­soas a casar-se, por­que a minha opi­nião sobre o assunto não tem que impe­dir a pro­cura da feli­ci­dade a quem sente que ela passa pelo casamento.

Infe­liz­mente, em Por­tu­gal, isso não acon­tece quando o casal é do mesmo sexo. E isto é grave, por­que não há nenhuma razão lógica que possa expli­car por­que é que o estado retira esse direito à feli­ci­dade quando as duas pes­soas não são de sexos diferentes.

Subs­crevi por isso a peti­ção online do Movi­mento pela Igual­dade e espero que dele possa sur­gir a dinâ­mica neces­sá­ria para repor a jus­tiça no acesso ao casa­mento civil.

4 Junho 2009

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