Excepción portuguesa

“En una Europa esco­rada a la dere­cha, Por­tu­gal es la excep­ción. En las elec­ci­o­nes euro­peas, los par­ti­dos a la izqui­erda del Par­tido Soci­a­lista (PS) obtu­vi­e­ron el 23% de los sufra­gios. (…)
Llama la aten­ción el ascenso del Bloco de Esquerda (BE), fun­dado en 1999 a par­tir de tres gru­pos de extrema izqui­erda (de ori­gen maoísta y trots­kista). En nueve años, el BE ha mul­ti­pli­cado por siete su cau­dal elec­to­ral, desde el 1,5% al 10,73% del domingo. Hoy es la ter­cera fuerza polí­tica de Por­tu­gal y ha colo­cado a tres dipu­ta­dos en la Eurocámara.”

O que tam­bém chama a aten­ção é o facto do Minis­té­rio da Jus­tiça ser a única enti­dade na Europa que ainda não se con­ven­ceu que o Bloco de Esquerda tem 3 depu­ta­dos, apa­ren­te­mente por causa dos 10 con­su­la­dos que estão por apu­rar há cinco dias.

8 dias depois das elei­ções euro­peias — o tempo que demora à Repú­blica Por­tu­guesa a con­tar os votos dos seus con­su­la­dos no estran­geiro — oficializa-se a elei­ção do ter­ceiro depu­tado do Bloco de Esquerda. Ainda assim con­ti­nua um con­su­lado por apurar.

11 Junho 2009

Vagamente relacionados
Crispação
Meteorologia
Outros escritos
Abstenção constrangida
Fact checking

» Deixe um comentário