Rescaldo do Sónar

Valeu bem a pena ir ao Sónar 2009. O cená­rio é óptimo, a orga­ni­za­ção impe­cá­vel, a vari­e­dade das esco­lhas musi­cais sur­pre­en­dente, o ambi­ente muito diver­tido (mesmo com a quan­ti­dade de ingle­ses embri­a­ga­dos pre­sente). Ao con­trá­rio do que ini­ci­al­mente pen­sava, a exis­tên­cia de dois recin­tos dis­tin­tos para os con­cer­tos de dia e de noite fun­ci­ona muito bem.
Gos­tei muito dos con­cer­tos de Konono Nº1, Omar Sou­ley­man, Buraka Som Sis­tema, Alva Noto, Orbi­tal (nunca pen­sei) e do set do James Murphy com o Pat Maho­ney.
Gos­tei menos da Grace Jones, que me pare­ceu ana­cró­nica, e dos Ani­mal Col­lec­tive, que pare­ciam estar a tocar de estô­mago vazio.
A man­cha do evento foram os Crys­tal Cas­tles, cujos téc­ni­cos de som reben­ta­ram com o equi­pa­mento logo na pri­meira música e nunca mais con­se­gui­ram que se ouvisse o micro­fone até ao fim. Foi ridí­culo e foi pena.
Fica a sen­sa­ção final de que o Sónar de Dia foi ligei­ra­mente melhor que o Sónar de Noite e von­tade de vol­tar para o ano.

22 Junho 2009

Vagamente relacionados
F.R.I.C.S.
Cobra
Klezmatics
Registos de Viagem (adenda)
A festa

» Deixe um comentário